Páginas da vida.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

(...) Era tarde, e ela estava olhando para as estrelas no teto do seu quarto. A cada minuto ela olhava para o seu celular. As horas estavam passando. E ela estava desesperada, tentando achar dentro de si, alguma saida. Ela queria ter uma noite comum, dormir, sonhar e acordar. Mais não conseguia evitar os seus pensamentos... Ela estava paralisada em momentos de reflexão. Ela estava esperando uma ligação, mensagem. Ou então um: " Desculpe, foi engano". Ela precisava disso naquela noite. Mais foi em vão. Ela se virada de um lado para o outro. E tudo parecia estar desabando a cada segundo. Ela se sentia sufocada, sem saber o que fazer. Começou a derramar lágrimas, sem querer...Olhava para o teto, e ainda conseguia ver as estrelas, então contemplava cada uma delas. Pensou em contar, pra ver quantas haviam, mais não foi possivel. Então tirou uma simples conclusão de que: Não conseguimos contar as estrelas do nosso céu ou teto, assim como não conseguimos contar cada decepção em nossa vida. Mais apesar de toda essa fraqueza, existe um porém. Embora não conseguimos contar estrelas. Elas sempre serão pontos de luz, que nunca deixarão de brilhar, independente de qualquer coisa. Sendo assim, ela viu que a vida era o brilho que ela oferecia, para si mesma. Portanto, ela não perderia o seu brilho próprio, assim como as estrelas...independente de qualquer outra coisa (...)

Um comentário:

Thamires Diniz disse...

que post perfeito.

" independente de qualquer outra coisa (...) "